Reflexão diária; pensamentos, frases.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A menina que roubava livros - livro super interessante. Leia-o.

A simbologia do numero tres e o que expressa o livro A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS.
Eu me identifico com a "menina".
Foi prazeiroso ler esse livro. Embora o fato tenha ocorrido há vários anos o tema é atual e importantissimo no relacionamento com as pessoas. Vale a pena ler.
Transcrevo uma matéria que entendo oportuna:

Número 3: leveza, expressão e curiosidade


O filme "A menina que roubava livros", adaptação do livro homônimo de Markus Zusak, é emocionante e descreve maravilhosamente bem a simbologia do Número 3. A começar pelo fato de ter como protagonista uma menina: Liesel (Sophie Nelisse). Só esse detalhe já é revelador. Afinal, na Numerologia, o Número 1 simboliza o pai, o Número 2 a mãe, e o Número 3 os filhos (as crianças). E esta garota simplesmente nos encanta e nos emociona só pelo olhar. Aliás, o poder de sensibilizar e cativar rapidamente as pessoas é típico do simbolismo do 3.
Outro ponto bem interessante é que o filme é narrado pela morte. E mesmo essa narradora tão temida - e que costuma ser representada nas telas do cinema como uma figura sinistra - torna-se simpática. Eis, mais uma vez, a força do Número 3: a de oferecer beleza ou leveza a situações "feias", difíceis e temidas.
No filme, a morte vai nos contando o quanto ficou encantada com Liesel, e apresenta a jornada dessa corajosa e expressiva menina. Em várias fases da sua trajetória nós identificamos atributos do Número 3. Por exemplo, essa simbologia está associada aos irmãos. E logo na primeira cena do filme, um acontecimento impactante com o irmão de Liesel marca a sua história. Mais à frente na trama, Max (Bem Schnetzer), um refugiado judeu, exerce o papel de irmão mais velho da menina. Ele foi acolhido pelo casal Hans (Geoffrey Rush) e Rosa (Emily Watson) - pais adotivos de Liesel - e morava no porão da casa. Ali ele saciava a curiosidade voraz (outra característica do número 3) de Liesel, lendo vários livros para ela ou ouvindo a menina ler para ele.
Liesel, quando chegou até seu lar adotivo, não sabia ler e escrever. O pai, então, toda noite ficava ao lado da cama da menina e lia um livro para ela. E ofereceu a Liesel um espaço de escrita nas paredes do porão, nas quais escreveu cada letra do alfabeto. Liesel tratou de preencher o restante do espaço com palavras novas aprendidas. Também foi neste local da casa que ela ganhou um diário criativamente adornado pelo refugiado Max. A criatividade e o gosto pela leitura são atributos do Número 3.
Número 3 e o poder das palavras
Outra situação associada à simbologia do número foi a forte amizade com o garoto Rudy (Nico Liersch) - que era vizinho e colega de escola de Liesel. Ter uma forte relação com algum amigo da escola (ou faculdade), que acaba tendo uma significativa influência em sua vida, é outro ponto forte relacionado ao 3. Ou o contrário também: viver muitos conflitos com vizinhos (principalmente quem tem o Desafio do 3). No caso de Liesel, ela precisava esconder da vizinhança o fato de dar refúgio ao judeu Max.
Outra cena marcante foi quando todos os vizinhos se reuniram às pressas num abrigo, a fim de se protegerem dos bombardeios. Na face de cada pessoa estava estampada a preocupação, o medo. Foi quando Liesel tomou a decisão de contar uma história para todos. Colocou em ação o dom que o Número 3 possui: usar o poder das palavras e da imaginação para entreter, emocionar e mudar o estado emocional alheio. Foi um momento mágico de autoexpressão da menina, que roubou a atenção de todos e os transportou para um estado de espírito bem diferente do que se encontravam.
Por esse motivo "A menina que roubava livros" é um filme lindo, comovente e altamente instrutivo, além de nos ensinar a entender melhor a simbologia do Número 3.
Sobre o autor
Yubertson Miranda
Yubertson Miranda
Yubertson Miranda é numerólogo, astrólogo e tarólogo. Formado em Filosofia. Ama encontrar significado nos eventos do dia-a-dia. É autor das análises numerológicas do Personare. Saiba mais »

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Mas a vida, essa é única!


Aprendi que nem tudo são flores, nem todos os dias têm sol.
Mas não há tristeza que não passe, nem felicidade que dure para sempre.
Os dias nublados vão vir, as flores vão murchar, mas depois a primavera certamente vai chegar!
Um dia eu descobri que a vida vale a pena ser vivida e aproveitada ao máximo, independente das circunstâncias.
Sempre haverá um novo dia, uma nova chance, um novo amor, uma nova oportunidade … 

Mas a vida, essa é única!

sábado, 16 de agosto de 2014

QUEM SÃO AS PESSOAS MAIS IMPORTANTES?

blog reflexoes diarias
(foto de família de Eduardo Campos - in memória)
QUEM SÃO AS PESSOAS MAIS IMPORTANTES?
Não é fácil lembrar os nomes das pessoas importantes, das que fizeram história, desenvolveram grandes pesquisas, fizeram grandes descobertas e marcaram a sua época. Mas há nomes de pessoas que a gente não esquece. Por quê?
Experimente se lembrar os nomes das cinco pessoas mais ricas do mundo. Ou quem sabe os nomes dos cinco últimos ganhadores do prêmio Nobel, aquelas personalidades que se destacaram na ciência, economia, física, literatura, assuntos da paz, etc. Não lembrou?
Então experimente lembrar os nomes das cinco últimas miss universo; ou quem sabe dos dez ganhadores de medalha de ouro na última Olimpíada. Ou quem sabe os nomes dos últimos doze ganhadores do Oscar. É difícil? Lembrou de algum? Difícil, não?
E olha que são pessoas famosas, não são anônimas não!
Mas o aplauso morre, prêmios envelhecem, grandes acontecimentos são esquecidos.
Agora tente lembrar os nomes dos professores que você mais gostava. Eu me lembro de minhas professoras do primário (D.Geni Prado, D.Rosinha Areco, D. Yolanda di Domênico e D. Maria Aparecida). E me lembro também dos nomes de meus professores do ginásio e da faculdade.
Agora tente lembrar os nomes de três amigos que ajudaram você em momentos difíceis. Eu me lembro de vários: o Marco, o Carlos, o Merino, o Flávio...
Tente lembrar os nomes de cinco pessoas que lhe ensinaram alguma coisa valiosa. Eu me lembro de muitos: meu pai, minha mãe, meus tios, Pe. Jonas, Pe. Renaudin, Pe. Julio Comba, Pe. Antonio Lages,...
Pense agora nos nomes das pessoas que fizeram você se sentir amado e especial. Lembrou? E os nomes de cinco pessoas com quem você gosta de estar. Esse é mais fácil, não é?
Sabe qual é a moral da história?
As pessoas as quais guardamos os seus nomes não são as mais importantes na sociedade, e sim aquelas que em algum momento de nossas vidas nos ajudaram, nos estenderam a mão.